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Mostrando postagens de outubro, 2016

Será que Muçulmanos e Cristãos adoram o mesmo Deus?

Por Jack Cottrell [2] O Islã é a segunda maior religião do mundo, com cerca de dois bilhões de adeptos. Isto é cerca de um quarto da população do mundo. Cinquenta países são de maioria muçulmana. A Europa tem em torno de 50 milhões de muçulmanos e os EUA em torno de 7 milhões. Estes números estão aumentando rapidamente. Mas isso não é uma coisa boa? Os muçulmanos não são um povo religioso e o Islã não é similar ao Cristianismo? Tanto o Cristianismo quanto o Islã não traçam a sua fé de volta ao Antigo Testamento, a Abraão? Os Cristãos e muçulmanos não adoram o mesmo Deus? Em 2007, George W. Bush, disse: “Eu acredito que todo o mundo, seja ele muçulmano, Cristão ou de qualquer outra religião, ora ao mesmo Deus.” O Concílio Vaticano II do Catolicismo (no início dos anos 60) disse: “Os muçulmanos professam a fé de Abraão e adoram conosco, o único Deus misericordioso.” Em 1994, o Catecismo católico repetiu: “Os muçulmanos adoram juntamente conosco, o único Deus misericordioso.” Em ...

Arminius e a Doutrina da Graça Preveniente

Jesse Owens (traduzido do inglês por: Kenneth Eagleton) 20 de agosto de 2012 Em seu recente ensaio, Jackson Watts nos lembra de que Arminius afirmou categoricamente a depravação e perversidade total da vontade humana após a queda. Os Reformadores Magisteriais não eram os únicos a afirmá-lo. Arminius também cria na escravidão da vontade humana após a queda: Portanto, se “onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade” (2 Co 3:17); e “Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (Jo 8:36), segue-se que a nossa vontade não é livre desde a primeira queda. Isto é, não é livre para o bem, a não ser que se torne livre pelo Filho através do Espírito [1]. Apesar de Arminius ser constantemente mal interpretado, talvez fosse mais correto dizer que ele é mal compreendido porque suas obras quase não são lidas – inclusive por arminianos. Estas más compreensões dizem respeito especialmente ao seu ponto de vista quanto à depravação humana e ao papel da graça preveni...