Será que Muçulmanos e Cristãos adoram o mesmo Deus?
Por Jack Cottrell [2]
O Islã é a segunda maior religião do mundo, com cerca de dois bilhões de adeptos. Isto é cerca de um quarto da população do mundo. Cinquenta países são de maioria muçulmana. A Europa tem em torno de 50 milhões de muçulmanos e os EUA em torno de 7 milhões. Estes números estão aumentando rapidamente.
Mas isso não é uma coisa boa? Os muçulmanos não são um povo religioso e o Islã não é similar ao Cristianismo? Tanto o Cristianismo quanto o Islã não traçam a sua fé de volta ao Antigo Testamento, a Abraão? Os Cristãos e muçulmanos não adoram o mesmo Deus? Em 2007, George W. Bush, disse: “Eu acredito que todo o mundo, seja ele muçulmano, Cristão ou de qualquer outra religião, ora ao mesmo Deus.” O Concílio Vaticano II do Catolicismo (no início dos anos 60) disse: “Os muçulmanos professam a fé de Abraão e adoram conosco, o único Deus misericordioso.” Em 1994, o Catecismo católico repetiu: “Os muçulmanos adoram juntamente conosco, o único Deus misericordioso.” Em uma pesquisa de 2011, 40% dos Cristãos evangélicos disseram que os Cristãos e muçulmanos adoram o mesmo Deus. Até mesmo, o próprio livro sagrado dos muçulmanos, o Alcorão (29:46) diz, falando dos Cristãos: “Nosso Deus [Alá] e o Deus Cristão é um só.”
A implicação é que o Cristianismo e o verdadeiro Islã são praticamente irmãos; muçulmanos fiéis são religiosos e tementes a Deus; dessa forma, eles devem ser amantes da paz. A implicação é que não temos nada a temer a respeito dessa religião, em sua forma verdadeira. Claro que existem os muçulmanos radicais – os jihadistas, terroristas como o ISIS (Islamic State of Iraq and Syria – Estado Islâmico do Iraque e da Síria). Porém, estes não são, simplesmente, fanáticos desvirtuados, que torceram o que o verdadeiro Islã acredita? Com certeza, se todos adoramos o mesmo Deus, podemos “descansar em paz” sobre o nosso futuro.
Se é isso o que você pensa, eu tenho duas palavras para você: ACORDE !! O fato é que a religião islâmica praticada pelos terroristas do ISIS (Islamic State of Iraq and Syria – Estado Islâmico do Iraque e da Síria) é mais fiel ao verdadeiro Islã, do que aquilo que se passa por Islã, em nossa cultura geral. Na realidade, não há nenhuma religião mais contrária ao Cristianismo do que o Islã e não há, nenhuma aliança mais determinada a reprimir o Cristianismo e dominar o mundo, do que o Islã.
Na minha juventude, a única e maior ameaça à paz mundial era o Comunismo; o único grande inimigo do Cristianismo era o Comunismo; o candidato mais provável a ser o anticristo era o Comunismo. Hoje, esses papéis são todos preenchidos pelo Islã – e não apenas os jihadistas, mas a religião como tal.
Neste ensaio eu não posso abordar todos os problemas da religião muçulmana, nem em todas as razões, pelas quais, ela é tão perigosa ao Cristianismo e ao mundo. Meu objetivo é, simplesmente, explicar o erro mais básico que muitas pessoas cometem a respeito do Islã, a saber: a FALSA ideia de que muçulmanos e Cristãos adoram o mesmo Deus. Somente pessoas mal informadas, tanto do lado cristão quanto do lado muçulmano, acreditam que Alá e Iavé (o Deus da Bíblia) são o mesmo Deus.
Antes de entrar em detalhes, vou resumir o meu ponto principal. A questão é esta: QUEM É DEUS e COMO O CONHECEMOS? Sabemos que Deus é único por causa da revelação. Ele se revelou aos seres humanos desde o Éden. Porém, aqui está um ponto muito importante: Ele não revelou tudo a respeito de si mesmo, de uma só vez, desde o início. Nos tempos do Antigo Testamento Deus levou a sério a Sua revelação, desde o tempo de Abraão (c. 2000 a.C.), em seguida, levou mais sério ainda a Sua revelação, desde o tempo de Moisés (c. 1500 a.C.). Pelos próximos 1000 ou 1100 anos (até Malaquias, cerca de 430 a.C.), Deus revelou-se com IAVÉ, o Deus único e verdadeiro. Esta revelação está registrada no Antigo Testamento. Depois vieram séculos de silêncio.
Em seguida, após cerca de 400 anos, Deus começou a revelar-se novamente, mas desta vez com uma ENORME e GIGANTESCA SURPRESA! No primeiro século d.C. ACONTECEU ALGO que, para sempre, demonstra que ALÁ é um Deus falso e que o Islã é uma religião falsa. O que aconteceu? JESUS VEIO! Agora vou explicar em detalhes o que isso significa.
PRIMEIRO: DEUS REVELOU-SE NOS TEMPOS DO ANTIGO TESTAMENTO EM SUA UNICIDADE. Essa unicidade inclui duas coisas: Iavé é o ÚNICO Deus. Além disso, em sua natureza, Iavé é, simplesmente, UM DEUS; ele não é uma coleção de divindades, como os deuses individuais do Olimpo.
Esta unicidade de Deus é afirmada muitas vezes no Antigo Testamento. Em Êxodo 20: 2-3, o primeiro dos Dez Mandamentos diz: “Eu sou o SENHOR teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. Não terás outros deuses diante de Mim”. O texto de ouro “dos Judeus” (Deut. 6:4) diz: “Ouve, ó Israel! O SENHOR nosso Deus, é o único SENHOR!” Isaías 44:6 declara: “Assim diz o SENHOR, o Rei de Israel e o seu Redentor, o SENHOR dos exércitos: ‘Eu sou o primeiro e o último e não há Deus além de Mim.'” Ver também Isaías 45:5,18,22 – “Eu sou o SENHOR e não há outro; além de mim não há Deus…. Eu sou o SENHOR e não há outro…. Tornai para mim e sereis salvos, todos os confins da terra; porque eu sou Deus e não há outro.”
Esta unicidade de Deus continuou a ser enfatizada no Novo Testamento. Marcos 12:28-29 registra um escriba pedindo a Jesus: “Qual é o principal de todos os mandamentos?” Jesus respondeu: “O principal de todos os mandamentos é: ‘OUVE, Ó ISRAEL! O SENHOR NOSSO DEUS É O ÚNICO SENHOR…'” Em 1ª Timóteo 1:17 Paulo diz:” Ora, ao Rei eterno, imortal, invisível, o único Deus, seja honra e glória para todo o sempre. Amém. ” Tiago 2:19 diz: “Você crê que Deus é único? Faz bem; os demônios também crêem, e estremecem.” Ver também Romanos 3:29-30; Gálatas 3:20.
Ora, se o Islã tivesse sido inventado no contexto da revelação única do Antigo Testamento (por exemplo, no século 7 a.C., ao invés do século 7 d.C.), a sua divindade, Alá, teria soado o mesmo que Iavé. Isto porque, no pensamento Muçulmano, a principal coisa sobre Deus é a sua unicidade: “Não há Deus senão Alá.”
MAS aqui está o segredo: a revelação de Deus no Antigo Testamento, não é o quadro completo, uma vez que o ANTIGO Testamento não é a palavra final de Deus! Há mais de Deus, no Antigo Testamento, do que os olhos podem ver, simplesmente, porque, naqueles dias, Deus não escolheu revelar tudo sobre si mesmo!
(Aqui está uma ilustração – e é, SIMPLESMENTE, uma ilustração: Eu vou te dizer algo sobre mim AGORA e que eu nunca disse a ninguém antes – algo sobre QUEM EU SOU. Aqui está o segredo: eu sou, na verdade, simplesmente, UM de três trigêmeos idênticos. Às vezes você viu o primeiro eu, às vezes você viu o segundo e, em outras vezes, o terceiro. O primeiro eu, é o social JACKIE, visto em torno da comunidade, em lojas e restaurantes locais. Porém, ainda há o recluso JACK, que se esconde em seu escritório doméstico e, apenas estuda e escreve. O terceiro “eu” é o obreiro JACQUES, ele é aquele que você vê na igreja e que viaja e prega, ocasionalmente. Assim, agora você sabe: não existe apenas um “eu”, como, até agora, você pensava! Lembre-se: esta é apenas uma ilustração! Ela me leva ao meu outro ponto, embora não seja, exatamente, paralelo à minha ilustração!).
SEGUNDO. NOS TEMPOS DO NOVO TESTAMENTO (COMEÇANDO COM JESUS CRISTO) DEUS REVELOU-SE EM SUA TRIUNIDADE. Em outras palavras, embora ele seja, simplesmente, UM DEUS, ele existe em três pessoas distintas: Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo. Chamamos isso de TRINDADE. (Neste ensaio, não pretendo discutir o conceito da Trindade, como tal; ver meu livro, God Most High: What the Bible Says About God – o Deus Altíssimo: O que a Bíblia diz sobre Deus, capítulo 20).
Nossa questão aqui é esta: Por que Deus esperou tanto tempo para tornar a sua triunidade conhecida? Simplesmente, porque não havia nenhuma necessidade, a qualquer pessoa, saber disso, nos tempos do ANTIGO TESTAMENTO. Assim, o que mudou na era do NOVO TESTAMENTO? Com Jesus, chegou a hora de realizar as obras de salvação! Na era do ANTIGO TESTAMENTO, havia profecias a respeito da Cruz e da Ressurreição, bem como, a respeito da vinda da obra do Espírito; agora, porém, é hora para esta obra de salvação ser realmente realizada! A obra da salvação é algo que só Deus pode realizar e ela, realmente, envolve VÁRIAS obras diferentes e essas várias obras, estão divididas entre as pessoas distintas da Trindade.
Uma pessoa (Deus o FILHO, o LOGOS) entra no nosso universo e se torna um ser humano (Jesus) e, só ele, vai à cruz e experimenta a morte por nossos pecados. Então, três dias depois, ele é ressuscitado dos mortos – com a ajuda de Deus, o PAI e Deus, o ESPÍRITO. Quarenta dias depois, ele ascende à mão direita do Pai, no céu angélico. Em seguida, depois de mais de dez dias, no Dia de Pentecostes, o ressuscitado, que ascendeu e foi entronizado, o Deus Filho, vira-se para a terceira pessoa da Trindade – Deus o ESPÍRITO – e diz: “OK, agora é a SUA VEZ! Eles estão esperando por você. Eu disse aos meus discípulos que você viria para eles, agora, que eu os deixei. Assim, chegou a hora de você derramar o seu poder sobre eles. Eles já estão reunidos na adoração, na presença de milhares de outros Judeus. Agora, ESPÍRITO SANTO – faça a sua parte.” O que acontece em seguida, é descrito em Atos 2!
Dessa forma, Deus revela a sua triunidade para nós, em conexão com realização da obra de nossa salvação. Esta é a maneira como sabemos, agora, nos tempos do Novo Testamento, que Deus ainda é UM, no entanto, ele é MAIS que um: ele também é TRÊS. Como explicar isso é um mistério, que nunca podemos penetrar. Não há nenhum paralelo real na experiência humana. (Uma ilustração possível: um sistema de computador pode ter UM SERVIDOR, com TRÊS PC’S conectados. Mas, isso é outra história).
Aqui está o ponto principal: já não podemos dizer que acreditamos no DEUS ÚNICO E VERDADEIRO, se não o aceitar, também, como as três pessoas da Santíssima Trindade! E os muçulmanos, inflexivelmente, se recusam a aceitar a ideia, de que Deus seja uma Trindade de pessoas divinas. Dessa forma, eles se recusam a acreditar no mesmo Deus que os Cristãos adoram. Como Cristãos estamos comprometidos com a crença em Deus, como três pessoas, desde o início da nossa vida cristã. Deixe-me perguntar: quando vocês se tornaram Cristãos, em nome de quem, foram batizados? Em nome de “Deus”? Não. Em nome do “Iavé”? Não. Em nome de “Alá”? Mil vezes NÃO! Bem, em nome de quem, então – “Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo?” ABSOLUTAMENTE SIM! Observe que, na Grande Comissão, Jesus, para sempre, finalizou a revelação da triunidade (Trindade) de Deus, quando ele nos mandou batizar, em nome do PAI, do FILHO e do ESPÍRITO SANTO (Mat. 28: 18-20). Este é o Deus Cristão!
Um aspecto crucial deste novo conhecimento de Deus é a natureza divina de Jesus. Jesus é Deus! Isto é o quer dizer o próprio título, “Filho de Deus” (ver João 5:18; 10:33,36). Além disso, Jesus é, especificamente, identificado com Deus, em João 1: 1, 14 – “No princípio era o Verbo e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus… E o Verbo se fez carne e habitou entre nós.” Em João 20:28, o apóstolo Tomé confessa Jesus como “Meu Senhor e meu Deus” e não é repreendido ou corrigido por Jesus. Colossenses 2:9 diz: “Porque nele, em forma corpórea, habita toda a plenitude da Divindade.” Em Apocalipse 5:8-12 (assim como em João 20:28), Jesus é adorado. Ver, especialmente, João 5:23, onde Jesus diz que é a vontade do Pai “que todos honrem o Filho como honram o Pai. Aquele que não honra o Filho, não honra o Pai, que o enviou.” A recusa em adorar Jesus, o Filho, implica uma recusa em adorar ao Pai.
Uma vez que a Igreja começou, a principal razão, pela qual, tantos Judeus (que acreditavam em Iavé, como o conheciam através da revelação do ANTIGO TESTAMENTO) foram rejeitados por Deus, foi esta: eles se recusaram a aceitar a nova revelação da triunidade de Deus e da natureza divina de Jesus! (Veja Romanos 11:20.) Enquanto os muçulmanos, da mesma forma, se recusarem a aceitar essa revelação, eles não podem alegar que adoram o verdadeiro Deus.
Aqui está a razão nº 1, pela qual, o Islã não é uma religião VERDADEIRA e, pela qual, não se compara ao Cristianismo. O “deus” que os muçulmanos adoram não é o verdadeiro Deus! “Alá” não é o Deus da Bíblia – Iavé, o único e verdadeiro Deus, que é Pai, Filho e Espírito Santo. Na verdade, o “Alá”, a quem os muçulmanos adoram, não existe. Aqueles comprometidos com o Islã, assim como, tantos judeus, na era da igreja, fecharam suas mentes e corações para o verdadeiro Deus. Eles, especifica e veementemente, rejeitam a Deus como Trindade: como Pai, Filho e Espírito Santo. Eles, inflexivelmente, rejeitam a filiação e a natureza divina de Jesus – e, portanto, a salvação que ele realiza. Ou Jesus É ou NÃO É o Filho de Deus, que é Deus na carne. Ou Jesus É ou NÃO É o Deus eterno, na pessoa humana de Jesus. Ou Jesus É ou NÃO É, uma das três pessoas da Trindade divina. A religião muçulmana diz que ele NÃO É, e, assim, de forma inequívoca, se separa do verdadeiro Deus.
TERCEIRO. QUAIS LIÇÕES PODEMOS APRENDER COM ISSO?
Em primeiro lugar, não devemos hesitar em falar a verdade, a qual, inclui expor todas as doutrinas falsas e falsas religiões, incluindo o Islã. Em Atos 20:28-31 o apóstolo Paulo dá esta admoestação aos anciãos na igreja em Éfeso: “Cuidem de vocês mesmos e de todo o rebanho, sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu bispos, para pastoreardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue. Eu sei que depois da minha partida, lobos ferozes penetrarão no meio de vocês, que não pouparão o rebanho; E que, dentre vós mesmos, se levantarão homens que falarão coisas perversas, para atraírem os discípulos após si. Portanto, estejam em estado de alerta…” Em Efésios 4:14 Paulo nos adverte para estar em guarda contra “sermos jogados aqui e ali pelas ondas e levados ao redor, por todo vento de doutrina, pelo engano dos homens, que falam enganosamente.” Em Tito 1:9, ele diz que um líder de igreja deve “se apegar com firmeza à palavra fiel, que está de acordo com o ensino, a fim de que ele será capaz, tanto para exortar na sã doutrina quanto para refutar os que o contradizem.”
Em segundo lugar, temos de perceber que, simplesmente, pelo fato de que o Islã seja uma religião, isso não significa que seja uma religião VERDADEIRA. Só porque o Islã afirma a crença em “único deus,” isso não significa que o seu deus, seja o único Deus VERDADEIRO. Só porque muitos muçulmanos (talvez, sinceramente) dizem que querem viver em paz com o Cristianismo, isso não significa que o verdadeiro Islã, corretamente entendido, seja um amigo do Cristianismo. Eu posso garantir a todos vocês – que não são muçulmanos: vocês não desejariam viver em um mundo ou um país, governado por muçulmanos e regido pela lei Islâmica. Em nossa época, o Cristianismo não tem, sobre a Terra, um inimigo maior do que o Islã.
Tradução: Cloves Rocha dos Santos
Fonte: http://jackcottrell.com/uncategorized/do-muslims-and-christians-worship-the-same-god/
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[1] Nota do tradutor: Este artigo foi publicado por Jack Cottrell no dia 25 de dezembro de 2015, no seu site, aonde ele, de forma fraterna, responde a várias perguntas relacionadas à vida cristã e também às dificuldades bíblicas, por parte daqueles que visitam a sua página e se interessam pela sua opinião, nos assuntos abordados. (Fonte: http://jackcottrell.com/uncategorized/do-muslims-and-christians-worship-the-same-god/)
[2] Nota do tradutor: Dr. Jack Warren Cottrell é um Kentuckyano de nascimento e de coração. Ele cresceu na Igreja Cristã de Minorsville, perto de Stamping Ground, Kentucky. Seus primeiros anos de envolvimento na igreja, duas semanas de reuniões de avivamento e a Assembléia Cristã do Norte o colocaram em contato com pregadores fiéis como R.J. Kidwell, Wayne Smith, Bob Shannon e E. Ray (Cotton) Jones. Após autorização para o serviço vocacional cristão, Dr. Cottrell recebeu os títulos de Bacharel em Artes (BA) e de Bacharel em Teologia (ThB) da Faculdade Bíblica de Cincinnati, seguido pelo título de Bacharel em Artes (BA) em Filosofia da Universidade de Cincinnati. Após ser recrutado para o cargo de professor de teologia na escola de pós-graduação no Seminário Bíblico de Cincinatti (SBC), ele recebeu do Seminário Teológico de Westminster o título de Mestre em Divindade (Mdiv). Isso lhe deu um importante contato de primeira-mão com a estrita Teologia Calvinista. Ele completou sua educação formal quando recebeu o título de Doutor em Filosofia (PhD) em história de doutrina do Seminário Teológico de Princeton em 1971; prega quase todos os domingos, ao longo da carreira. Ele ensina teologia na escola de pós-graduação do Seminário Bíblico de Cincinnati (SBC) desde 1967. Durante este tempo ele também escreveu 18 livros, o último sendo Headship, Submission, and the Bible – Liderança, Submissão e a Bíblia (lançado no início de 2008). Este livro sucede seu importante estudo sobre o Espírito Santo, entitulado: Power from on High – What the Bible Say About Holy Spirit – Poder do Alto – O que a Bíblia diz sobre o Espírito Santo; e a sua Teologia Sistemática de 608 páginas, entitulada: The Faith Once for All: Bible Doctrine for Today – A Fé de uma Vez por Todas: Doutrina Bíblica para Hoje. Seus trabalhos anteriores incluem um grande comentário de dois volumes sobre Romans – Romanos, e sua trilogia: What the Bible Say About God The Creator – O que a Bíblia diz sobre Deus, o Criador; What the Bible Say About God The Redeemer – O que a Bíblia diz sobre Deus, o Redentor e What the Bible Say About God The Ruler – O que a Bíblia diz sobre Deus, o Soberano. Dr. Cottrell mora na cidade de Lawrenceburg, no estado de Indiana e é um membro ativo da Igreja Cristã da cidade de Bright, no estado de Indiana, onde ele atua como um “ministro de ensino” de tempo parcial; ensina regularmente aos domingos e quartas-feiras e prega ocasionalmente. Seu tema favorito, seja escrevendo para publicação, seja ensinando na igreja local ou ensinando em sala de aula no Seminário, é a Graça de Deus. Ele é casado com sua adorável esposa, Barbara Gordin, desde 1958 e tem três filhos e quatro netos. (fontes:http://mcconvention.org/2007/Jack.html; http://copanews.org/index.php?option=com_content&task=view&id=45; http://www.facebook. com/pages/Jack-Cottrell/48880983223#/pages/Jack-Cottrell/48880983223?v=info, acesso em 21/01/2010)
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